É essa minha nova idade durante os próximos 365 dias!
E como vivi intensamente até aqui!
Olhando o ano passado, pude rever alguns conceitos e criar novos.
Houve encontros, desencontros e momentos que ficaram só no desejo!
Posso compartilhar muitas bênçãos! Descobri minha família paterna, conheci parte dela, pude me alegrar com a gravidez de 6 amigas minhas, venci mais uma etapa na facul, minha relação com minha mãe tem melhorado bastante, fui muito bem acolhido por todos na Primeira Igreja Batista em Redenção e ali participei de 2 encontros para homens que mudaram minha vida, conheci novos amigos (Kadu, Ézer, Shayane, Maelly, Pedro e Francismar) e reforcei alianças com os antigos (Andréia, André, Keane, Ray, Ivânia e Alane). Enfim, são tantas bênçãos que nem sei contar!!!
Ontem, logo pela manhã, recebi algumas ligações, mensagens e muitas expressões de carinho. E mais uma vez fui surpreendido com o lembrar de algumas pessoas que nem esperava um dia me ligarem. Karla, minha prima de TO foi uma delas! Como me alegrei e saber que pessoas que nem conheço pessoalmente me amam e através dela, recebi as congratulações de outros familiares que estavam ali, entre elas tia Maria do Carmo.
Em oposição a isso, fiquei de certa forma sentido com o não lembrar de algumas pessoas que são importantes pra mim e sinceramente, me achava importantes pra elas. Mas beleza! To vivo até hoje sem qualquer manifestação de carinho da parte dessas pessoas, afinal, mais uma vez ou menos uma vez não faz tanta diferença assim, não é?! Rsrs!!!
Bem, meu dia foi básico, do jeito que eu gosto! Dessa vez, ao contrário da maioria dos anos anteriores (assistindo filmes e comendo chocolates), passei a manhã na internet baixando algumas coisas, almocei com minha família o meu prato predileto, feito todos os anos pela minha mãe! Rs! A tarde me reuni com duas amigas e fizemos um bolinho. Kkkk! Rimos a beça e finalizamos aquela tarde com uma demonstração de total amizade: elas cantaram os parabéns pra mim de uma forma super eufórica! Kkkkk! Segue o vídeo dessa marmota abaixo!
A noite, fui pra igreja, e dessa vez pra ministrar a palavra. Deus falou ali tremendamente sobre os desertos que enfrentamos. A unção era palpável naquele lugar.
Finalizei a noite entre amigos na casa da Ray. Momentos de comunhão impagável!
E só pra não me esquecer, ainda ali, recebi uma ligação bem no finalzinho da noite da minha querida Maelly! Foi ótimo ouvi-la e me sentir amado (Bjim pra vc delícia, rs)
E foi assim que passei mais um dia tão importante em minha vida!
Obrigado Senhor pelo privilégio de Te conhecer e sentir tua provisão durante todo esse ano!
Em Cristo, Dan Barros
domingo, 22 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
No Deserto
O deserto, diferentemente do que alguns podem pensar, não é um lugar de solidão, mas, sim, de encontro. É na experiência do deserto que somos levados a nos encontrar com nós mesmos e com Deus. Sem dúvida, é estranho imaginar que não nos conhecemos. Afinal, convivemos com nós mesmos o tempo todo! Contudo, geralmente nos esquecemos de que o nosso coração é extremamente enganoso. Por vezes sem conta, ele nos prega peças, ele nos engana, ele nos ilude, ele nos faz pensar que somos o que não somos e que temos o que não temos.
Muitas pessoas são levadas a imaginar que são boas porque fazem coisas boas. Contudo, o que muitas pessoas podem não perceber é que fazem coisas boas, não por causa dos outros, mas, sim, por causa delas mesmas. Ajudam os outros por egoísmo ou vaidade: ou querem aliviar a consciência de alguma culpa ou desejam ser admiradas pelo que fazem. Outros, por sua vez, podem ajudar por simples motivação política, e, não, porque amam alguém e se importam com o povo.
Por isso a experiência do deserto é fundamental para a caminhada cristã. Enquanto o coração tenta nos esconder de nós mesmos, Deus usa o deserto para nos levar ao encontro daquilo que realmente somos. Percebemos que aquilo que imaginávamos ser não é aquilo que realmente somos. No deserto, nós somos desmascarados e as realidades mais escondidas do nosso coração são trazidas para fora. Aqueles quartos da nossa alma, que durante anos permaneceram fechados e “protegidos” pela escuridão, têm as suas portas abertas e seus segredos revelados.
A ira, outrora oculta, é revelada. A ansiedade, antes guardada na escuridão, vem para fora. A arrogância, que antes se escondia atrás de uma falsa humildade, vêm à tona. O medo, que se ocultava atrás de vestes de coragem, mostra a sua força. A liberalidade, que parecia tão altruísta, mostra-se como fruto do egoísmo. A santidade, que parecia motivada por amor a Deus, revela-se motivada pelo apego ao legalismo. No deserto, as portas do coração são escancaradas e o manso pode revelar-se iracundo; o tranquilo, ansioso; o humilde, arrogante; o corajoso, cheio de medo; o altruísta, egoísta; e o santo, legalista.
Quando o povo de Israel estava para entrar na Terra Prometida, o Senhor lhes falou sobre o deserto como esse lugar de encontro do homem consigo mesmo: “Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos” (Dt 8.2).
Não era Deus quem precisava conhecer o coração dos israelitas. Deus conhece todas as coisas, inclusive as profundezas do coração do homem. para o deserto. Mas eram os israelitas quem precisavam se conhecer a si mesmos. E por isso, Deus os levou ao deserto! Eles precisavam descobrir quem eles realmente eram! Eles não se conheciam de fato!
Depois de terem saído do Egito, os israelitas fizeram aliança com Deus e proclamaram em alta voz que eram e sempre seriam fiéis e obedientes a Deus. Contudo, a experiência do deserto revelou o contrário acerca desses homens e mulheres. Repetidas vezes, eles mostraram que, no seu coração, eles eram murmuradores, inconstantes e desobedientes. O deserto foi o lugar onde os israelitas puderam saber quem eles realmente eram e o que estava guardado em seus corações.
Por outro lado, o deserto é também o lugar do encontro com Deus. É somente nesse lugar onde as nossas fraquezas são expostas, as nossas forças se acabam, os nossos argumentos cessam, a nossa beleza vai embora, o nosso dinheiro desaparece, os nossos limites são revelados e a nossa humanidade se manifesta; é somente nesse lugar que reconhecemos a nossa necessidade de Deus. E, para a nossa surpresa, os nossos olhos são abertos para percebermos que Deus sempre esteve ali, do nosso lado, aguardando o momento em que buscaríamos por Ele. O deserto é o lugar onde percebemos que Deus está sempre perto e sempre disposto a graciosamente se encontrar conosco.
Pode parecer estranho, mas o lugar onde estamos mais sensíveis para perceber os atos de Deus não é o lugar da bonança, mas, sim, o lugar do deserto. Muitos dos salmos de Davi foram escritos não no palácio, mas, no deserto. Moisés recebeu o seu chamado no deserto (Êxodo 3.1-2). Quando queria desistir de tudo, Deus levou Elias não à um lugar de maravilhas, mas, ao deserto do Sinai, ao monte Horebe (1 Reis 19). Quando o povo de Israel havia se tornado insensível, Deus decidiu que iria novamente levar o seu povo ao deserto para ali falar-lhe ao coração (Oséias 2.14). João Batista viveu no deserto, recebendo de Deus, até o tempo em que deveria se manifestar ao povo de Israel (Lucas 1.80). O apóstolo Paulo, logo depois da sua conversão no caminho de Damasco, viveu por três anos nos desertos da Arábia (Gálatas 1.17-18). Por diversas vezes, durante o seu ministério, Jesus se retirou para os lugares solitários a fim de orar, se relacionar com o Pai (Lucas 5.15-16).
O deserto é lugar de encontro com Deus e, portanto, lugar de ouvirmos aquilo que Deus tem para nos dizer. Às vezes corremos tanto, envolvemo-nos em tantas atividades, participamos em tantos ministérios, ouvimos tanta gente, que não conseguimos parar para ouvir a voz do nosso Amado. Temos tempo para todos, mas não temos tempo para estar com Aquele que é a razão da nossa vida e o motivo da nossa existência!
Aliás, muitas vezes, nem mesmo nos lembramos de que Deus existe e que está perto. Pelo contrário, por causa da nossa inteligência, capacidade, recursos, relacionamentos, habilidades, consciente ou inconscientemente, chegamos a pensar que somos bons, fortes, capazes, inteligentes e habilidosos. Nem nos lembramos de que Deus é quem opera tudo em todos e de que toda boa dádiva e dom perfeito vem do Pai das Luzes. Até que…
Até que, por sua providência, Deus nos leva para o deserto, que, nesse contexto, não é necessariamente um lugar geográfico, mas, sim, lugar de falta, de carência, de limitações, de sequidão, de quentura e de não-beleza. E, assim, quando nos encontramos mais fragilizados e menos confiantes em nós mesmos, nós nos encontramos com Aquele que, se de um lado, resiste ao soberbo, de outro lado, concede graça ao humilde. No deserto, tornamo-nos mais sensíveis aos atos de Deus.
É no deserto que percebemos que o nosso pão de cada dia é fruto não do nosso esforço, mas da bondade de Deus. É ali que percebemos que o nosso pão é e sempre foi pão do céu! É no deserto que percebemos que a água que bebemos, fonte de vida, nasce da Rocha, que é Cristo! É ali que entendemos que a provisão é sempre fruto de um milagre! E que as nossas roupas não gastam! E que a nossa saúde só pode ser preservada por Deus!
De repente, começamos a perceber que a nossa vida não é vivida por acaso, mas que é cheia de propósito. E que tudo o que temos (ou não temos); tudo o que somos (ou não somos); sim tudo nos é dado por Deus. Ali, naquele lugar, o nosso coração é convertido e se rende completamente aos cuidados do Criador. Ali, reconhecemos que só existe um único Deus, e que esse deus não somos nós mesmos; pelo contrário, é o Deus Triúno.
Em Cristo, Dan Barros
Muitas pessoas são levadas a imaginar que são boas porque fazem coisas boas. Contudo, o que muitas pessoas podem não perceber é que fazem coisas boas, não por causa dos outros, mas, sim, por causa delas mesmas. Ajudam os outros por egoísmo ou vaidade: ou querem aliviar a consciência de alguma culpa ou desejam ser admiradas pelo que fazem. Outros, por sua vez, podem ajudar por simples motivação política, e, não, porque amam alguém e se importam com o povo.
Por isso a experiência do deserto é fundamental para a caminhada cristã. Enquanto o coração tenta nos esconder de nós mesmos, Deus usa o deserto para nos levar ao encontro daquilo que realmente somos. Percebemos que aquilo que imaginávamos ser não é aquilo que realmente somos. No deserto, nós somos desmascarados e as realidades mais escondidas do nosso coração são trazidas para fora. Aqueles quartos da nossa alma, que durante anos permaneceram fechados e “protegidos” pela escuridão, têm as suas portas abertas e seus segredos revelados.
A ira, outrora oculta, é revelada. A ansiedade, antes guardada na escuridão, vem para fora. A arrogância, que antes se escondia atrás de uma falsa humildade, vêm à tona. O medo, que se ocultava atrás de vestes de coragem, mostra a sua força. A liberalidade, que parecia tão altruísta, mostra-se como fruto do egoísmo. A santidade, que parecia motivada por amor a Deus, revela-se motivada pelo apego ao legalismo. No deserto, as portas do coração são escancaradas e o manso pode revelar-se iracundo; o tranquilo, ansioso; o humilde, arrogante; o corajoso, cheio de medo; o altruísta, egoísta; e o santo, legalista.
Quando o povo de Israel estava para entrar na Terra Prometida, o Senhor lhes falou sobre o deserto como esse lugar de encontro do homem consigo mesmo: “Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos” (Dt 8.2).
Não era Deus quem precisava conhecer o coração dos israelitas. Deus conhece todas as coisas, inclusive as profundezas do coração do homem. para o deserto. Mas eram os israelitas quem precisavam se conhecer a si mesmos. E por isso, Deus os levou ao deserto! Eles precisavam descobrir quem eles realmente eram! Eles não se conheciam de fato!
Depois de terem saído do Egito, os israelitas fizeram aliança com Deus e proclamaram em alta voz que eram e sempre seriam fiéis e obedientes a Deus. Contudo, a experiência do deserto revelou o contrário acerca desses homens e mulheres. Repetidas vezes, eles mostraram que, no seu coração, eles eram murmuradores, inconstantes e desobedientes. O deserto foi o lugar onde os israelitas puderam saber quem eles realmente eram e o que estava guardado em seus corações.
Por outro lado, o deserto é também o lugar do encontro com Deus. É somente nesse lugar onde as nossas fraquezas são expostas, as nossas forças se acabam, os nossos argumentos cessam, a nossa beleza vai embora, o nosso dinheiro desaparece, os nossos limites são revelados e a nossa humanidade se manifesta; é somente nesse lugar que reconhecemos a nossa necessidade de Deus. E, para a nossa surpresa, os nossos olhos são abertos para percebermos que Deus sempre esteve ali, do nosso lado, aguardando o momento em que buscaríamos por Ele. O deserto é o lugar onde percebemos que Deus está sempre perto e sempre disposto a graciosamente se encontrar conosco.
Pode parecer estranho, mas o lugar onde estamos mais sensíveis para perceber os atos de Deus não é o lugar da bonança, mas, sim, o lugar do deserto. Muitos dos salmos de Davi foram escritos não no palácio, mas, no deserto. Moisés recebeu o seu chamado no deserto (Êxodo 3.1-2). Quando queria desistir de tudo, Deus levou Elias não à um lugar de maravilhas, mas, ao deserto do Sinai, ao monte Horebe (1 Reis 19). Quando o povo de Israel havia se tornado insensível, Deus decidiu que iria novamente levar o seu povo ao deserto para ali falar-lhe ao coração (Oséias 2.14). João Batista viveu no deserto, recebendo de Deus, até o tempo em que deveria se manifestar ao povo de Israel (Lucas 1.80). O apóstolo Paulo, logo depois da sua conversão no caminho de Damasco, viveu por três anos nos desertos da Arábia (Gálatas 1.17-18). Por diversas vezes, durante o seu ministério, Jesus se retirou para os lugares solitários a fim de orar, se relacionar com o Pai (Lucas 5.15-16).
O deserto é lugar de encontro com Deus e, portanto, lugar de ouvirmos aquilo que Deus tem para nos dizer. Às vezes corremos tanto, envolvemo-nos em tantas atividades, participamos em tantos ministérios, ouvimos tanta gente, que não conseguimos parar para ouvir a voz do nosso Amado. Temos tempo para todos, mas não temos tempo para estar com Aquele que é a razão da nossa vida e o motivo da nossa existência!
Aliás, muitas vezes, nem mesmo nos lembramos de que Deus existe e que está perto. Pelo contrário, por causa da nossa inteligência, capacidade, recursos, relacionamentos, habilidades, consciente ou inconscientemente, chegamos a pensar que somos bons, fortes, capazes, inteligentes e habilidosos. Nem nos lembramos de que Deus é quem opera tudo em todos e de que toda boa dádiva e dom perfeito vem do Pai das Luzes. Até que…
Até que, por sua providência, Deus nos leva para o deserto, que, nesse contexto, não é necessariamente um lugar geográfico, mas, sim, lugar de falta, de carência, de limitações, de sequidão, de quentura e de não-beleza. E, assim, quando nos encontramos mais fragilizados e menos confiantes em nós mesmos, nós nos encontramos com Aquele que, se de um lado, resiste ao soberbo, de outro lado, concede graça ao humilde. No deserto, tornamo-nos mais sensíveis aos atos de Deus.
É no deserto que percebemos que o nosso pão de cada dia é fruto não do nosso esforço, mas da bondade de Deus. É ali que percebemos que o nosso pão é e sempre foi pão do céu! É no deserto que percebemos que a água que bebemos, fonte de vida, nasce da Rocha, que é Cristo! É ali que entendemos que a provisão é sempre fruto de um milagre! E que as nossas roupas não gastam! E que a nossa saúde só pode ser preservada por Deus!
De repente, começamos a perceber que a nossa vida não é vivida por acaso, mas que é cheia de propósito. E que tudo o que temos (ou não temos); tudo o que somos (ou não somos); sim tudo nos é dado por Deus. Ali, naquele lugar, o nosso coração é convertido e se rende completamente aos cuidados do Criador. Ali, reconhecemos que só existe um único Deus, e que esse deus não somos nós mesmos; pelo contrário, é o Deus Triúno.
Em Cristo, Dan Barros
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Pós-encontro.
Há algum tempo não atualizo o blog! Mas tenho motivos plausíveis para isso: correria!
Talvez seja por isso que estou redigindo esse texto à 1:40 hs da madruga! Hehehe!
E sem perda de tempo, compartilho sobre o Encontro Impacto Vida que aconteceu nos dias 23, 24 e 25 de outubro....
Bem, minha experiência fazendo o Encontro me marcou muito! Porém, não poderia ter noção do quanto seria impactado ao servir no próximo evento!
Como de costume, meu coração se fechou a princípio. Mas tenho aprendido a confiar e descançar em Deus. E assim o fiz!
Ainda na sexta feira, dia 23 não havia em mim uma vontade concreta e sincera de participar! Estava me sentindo realmente despreparado, desprotegido e de certa forma, frágil. E isso definitivamente é algo não aceitável pra quem entra nesse tipo de batalha! E após algumas insistências da parte de alguns amigos que também iriam, resolvi deixar o receio de lado e encarar mais essa experiência, que, diga-se de passagem, foi uma das melhores que vivi!
Então, com as malas prontas era só partir, certo? Errado! Como sempre, meu amigo André, que também seria um intercessor, se atrazou pra caramba! Éramos pra estar apostos no mínimo as 17:30 hs, mas já eram quase 18:30 hs e nada! Mas acabou dando tudo certo!
Chegamos à chácara, não a mesma que participei anteriormente, e após armarmos nossas barracas, fomos logo desbravando o território! O que mais me impressionou naquele lugar era o peso espiritual que nos cercava! Algo sobrenatural, meio indescritível até!
Após horas desbravando o lugar, era chegado o grande momento: a recepção para os homens que fariam o encontro!
Caracas! Nem pude acreditar, foram mais de 70 homens que se dispuseram a passar aquele fim de semana inteiro somente ao som da voz de Deus. Homens que disseram sim a voz de Deus renunciando seu conforto, sua família, suas tarefas essenciais.
E ali ao som de palmas e fogos de artifício os recebemos!
Ali havia homens de todo jeito. Aqueles que não conheciam a Jesus, aqueles que achavam que conheciam a Jesus e ainda aqueles que nem pretendiam conhecer Jesus algum dia mas foram movidos por uma simples curiosidade.
Após uma calorosa recepção, nós intercessores, fomos chamados a uma breve reunião para as primeiras instruções. Ali fomos direcionados a orarmos de olhos abertos, a estarmos atentos a tudo a nossa volta, servirmos com o nosso melhor crendo que isso seria de grande valia para o impacto daquelas vidas!
Foi dada a largada! Os homens foram instruídos a entregarem seus objetos de localização (relógio, celulares, Gps) e todos os outros que pudessem tirar a atenção (mp3, máquina digital, joguinhos, comida, remédios).
Em seguida, nós intercessores fomos divididos em 4 grupos de 8 pessoas! Dois oravam dentro do salão onde era ministrada a palavra e outros dois grupos oram do lado de fora.
Fiquei no grupo da parte externa, e como foi difícil interceder naquele lugar! As guerras espirituais eram palpáveis! Constantemente sentia fortes dores em meu joelho esquerdo, mas não parei não! Com a mesma intensidade em que as dores iam aumentado, via o Senhor tornado novas as minhas forças! Foi lindo viver isso!
A primeira ministração foi intitulada PENIEL. Ali aqueles homens foram levados de encontro aos pecados que por muitas vezes já havia sido aceitos como de estimação! Escamas dos olhos foram retiradas naquele momento profético.
Após a palavra, eles foram convidados a irem pra parte externa do salão para terem um primeiro momento de intimidade com o Senhor, se arrependendo, confessando e se pedindo socorro para Deus.
Ao término daquela reunião, servimos o jantar. E enquanto os encontristas repousavam, nós intercessores continuávamos a orar sem cessar cumprindo uma escala chamada “relógio de oração”. 24 horas de oração interruptas. Na primeira noite, fui escalado para orar das 4:00 às 4:30 hs da manhã!
No outro dia, ao som de shofar despertamos bem cedo!
Corremos para preparar o café, afinal, 70 homens varados de fome acordariam logo em seguida!
Após o café, um momento difícil porém necessário: a hora da libertação! Era chegada a hora das renuncias, da entrega total, do pedir perdão até pelo pecado hereditário!
As ministrações se estenderam por todo o resto do dia!
A noite do sábado, minha preferida, após duas palavras impactantes: cruz e cura interior houve vários momentos proféticos!
Mas mesmo com muitos rostos recados em lágrimas, ainda sentia um peso no ar! Na verdade eu e o resto dos intercessores!
Aqueles homens estavam fechados demais. Via que queriam receber, porém não se doavam por inteiro, não se entregavam sem reservas! Mas cria fielmente que Deus se manifestaria naquele “vale de ossos secos”.
Na madruga do sábado, fui escalado pra orar das 2:30 às 3:00 hs!
No domingo pela manhã, novamente ao som de shofar nos colocamos de pé para o terceiro e último dia do encontro. O cassaço já era quase insuportável! Mas éramos constantemente fortalecidos pelo Senhor. Entendíamos que aquelas vidas dependiam de nós, de certa forma, para que Jesus os alcançasse.
Após o café, houve algumas ministrações. Destaque para uma intitulada: Nova vida em Cristo! Chorei horrores! Rs!
No período verpertino, muitos testemunhos foram compartilhados. Lindo o de um rapaz que entrou lá homossexal e saía um homem de Deus! Pude perceber o quanto o Senhor mudou conceitos naqueles dias!
Mas como Deus sempre nos surpreende, o melhor ainda estava por vir! Batismo no Espírito Santo foi a palavra que encerrou aquele encontro! Então, o que eu ainda não havia visto na vida daqueles homens durante esses dias, re resumiu aquele momento final! Como o Pai derramou ali! E principalmente, como aqueles homens ansiavam pela glória sekinah de Deus!
Terminamos mais esse encontro celebrando ao Senhor com danças e brados de júbilos!
Após, recebemos cartinhas das pessoas que amamos aqui fora! E ao voltar pra igreja fomos recepcionados de uma forma super calorosa!
Ouvimos mais testemunhos, reencontrei alguns amigos e tudo acabou em festa, certo? Errado! Como o inimigo estava furioso, usou como retaliação o sumiço da minha mala. Mas fui desafiado a dar glória. E assim o fiz, louvei ao Senhor pois pelo menos meu colchão havia ficado! Puder durmir tranqüilo e descançar em Deus pois tudo coopera para o bem daqueles que amam ao Senhor, e eu sou um desses! Aeeeeee!
E com muita alegria testifico que um dia depois o problema foi resolvido! Houve uma troca de malas, a minha estava no meio, RS!
Então, finalizei essa experiência ansiando para uma próxima oportunidade!
Agora, deixe-me ir, pois já são quase 3:30 e o sono bateu de cum força! RS! d
Depois compartilho mais do que tenho vivido nesses últimos dias!
Em Cristo, Dan Barros
Talvez seja por isso que estou redigindo esse texto à 1:40 hs da madruga! Hehehe!
E sem perda de tempo, compartilho sobre o Encontro Impacto Vida que aconteceu nos dias 23, 24 e 25 de outubro....
Bem, minha experiência fazendo o Encontro me marcou muito! Porém, não poderia ter noção do quanto seria impactado ao servir no próximo evento!
Como de costume, meu coração se fechou a princípio. Mas tenho aprendido a confiar e descançar em Deus. E assim o fiz!
Ainda na sexta feira, dia 23 não havia em mim uma vontade concreta e sincera de participar! Estava me sentindo realmente despreparado, desprotegido e de certa forma, frágil. E isso definitivamente é algo não aceitável pra quem entra nesse tipo de batalha! E após algumas insistências da parte de alguns amigos que também iriam, resolvi deixar o receio de lado e encarar mais essa experiência, que, diga-se de passagem, foi uma das melhores que vivi!
Então, com as malas prontas era só partir, certo? Errado! Como sempre, meu amigo André, que também seria um intercessor, se atrazou pra caramba! Éramos pra estar apostos no mínimo as 17:30 hs, mas já eram quase 18:30 hs e nada! Mas acabou dando tudo certo!
Chegamos à chácara, não a mesma que participei anteriormente, e após armarmos nossas barracas, fomos logo desbravando o território! O que mais me impressionou naquele lugar era o peso espiritual que nos cercava! Algo sobrenatural, meio indescritível até!
Após horas desbravando o lugar, era chegado o grande momento: a recepção para os homens que fariam o encontro!
Caracas! Nem pude acreditar, foram mais de 70 homens que se dispuseram a passar aquele fim de semana inteiro somente ao som da voz de Deus. Homens que disseram sim a voz de Deus renunciando seu conforto, sua família, suas tarefas essenciais.
E ali ao som de palmas e fogos de artifício os recebemos!
Ali havia homens de todo jeito. Aqueles que não conheciam a Jesus, aqueles que achavam que conheciam a Jesus e ainda aqueles que nem pretendiam conhecer Jesus algum dia mas foram movidos por uma simples curiosidade.
Após uma calorosa recepção, nós intercessores, fomos chamados a uma breve reunião para as primeiras instruções. Ali fomos direcionados a orarmos de olhos abertos, a estarmos atentos a tudo a nossa volta, servirmos com o nosso melhor crendo que isso seria de grande valia para o impacto daquelas vidas!
Foi dada a largada! Os homens foram instruídos a entregarem seus objetos de localização (relógio, celulares, Gps) e todos os outros que pudessem tirar a atenção (mp3, máquina digital, joguinhos, comida, remédios).
Em seguida, nós intercessores fomos divididos em 4 grupos de 8 pessoas! Dois oravam dentro do salão onde era ministrada a palavra e outros dois grupos oram do lado de fora.
Fiquei no grupo da parte externa, e como foi difícil interceder naquele lugar! As guerras espirituais eram palpáveis! Constantemente sentia fortes dores em meu joelho esquerdo, mas não parei não! Com a mesma intensidade em que as dores iam aumentado, via o Senhor tornado novas as minhas forças! Foi lindo viver isso!
A primeira ministração foi intitulada PENIEL. Ali aqueles homens foram levados de encontro aos pecados que por muitas vezes já havia sido aceitos como de estimação! Escamas dos olhos foram retiradas naquele momento profético.
Após a palavra, eles foram convidados a irem pra parte externa do salão para terem um primeiro momento de intimidade com o Senhor, se arrependendo, confessando e se pedindo socorro para Deus.
Ao término daquela reunião, servimos o jantar. E enquanto os encontristas repousavam, nós intercessores continuávamos a orar sem cessar cumprindo uma escala chamada “relógio de oração”. 24 horas de oração interruptas. Na primeira noite, fui escalado para orar das 4:00 às 4:30 hs da manhã!
No outro dia, ao som de shofar despertamos bem cedo!
Corremos para preparar o café, afinal, 70 homens varados de fome acordariam logo em seguida!
Após o café, um momento difícil porém necessário: a hora da libertação! Era chegada a hora das renuncias, da entrega total, do pedir perdão até pelo pecado hereditário!
As ministrações se estenderam por todo o resto do dia!
A noite do sábado, minha preferida, após duas palavras impactantes: cruz e cura interior houve vários momentos proféticos!
Mas mesmo com muitos rostos recados em lágrimas, ainda sentia um peso no ar! Na verdade eu e o resto dos intercessores!
Aqueles homens estavam fechados demais. Via que queriam receber, porém não se doavam por inteiro, não se entregavam sem reservas! Mas cria fielmente que Deus se manifestaria naquele “vale de ossos secos”.
Na madruga do sábado, fui escalado pra orar das 2:30 às 3:00 hs!
No domingo pela manhã, novamente ao som de shofar nos colocamos de pé para o terceiro e último dia do encontro. O cassaço já era quase insuportável! Mas éramos constantemente fortalecidos pelo Senhor. Entendíamos que aquelas vidas dependiam de nós, de certa forma, para que Jesus os alcançasse.
Após o café, houve algumas ministrações. Destaque para uma intitulada: Nova vida em Cristo! Chorei horrores! Rs!
No período verpertino, muitos testemunhos foram compartilhados. Lindo o de um rapaz que entrou lá homossexal e saía um homem de Deus! Pude perceber o quanto o Senhor mudou conceitos naqueles dias!
Mas como Deus sempre nos surpreende, o melhor ainda estava por vir! Batismo no Espírito Santo foi a palavra que encerrou aquele encontro! Então, o que eu ainda não havia visto na vida daqueles homens durante esses dias, re resumiu aquele momento final! Como o Pai derramou ali! E principalmente, como aqueles homens ansiavam pela glória sekinah de Deus!
Terminamos mais esse encontro celebrando ao Senhor com danças e brados de júbilos!
Após, recebemos cartinhas das pessoas que amamos aqui fora! E ao voltar pra igreja fomos recepcionados de uma forma super calorosa!
Ouvimos mais testemunhos, reencontrei alguns amigos e tudo acabou em festa, certo? Errado! Como o inimigo estava furioso, usou como retaliação o sumiço da minha mala. Mas fui desafiado a dar glória. E assim o fiz, louvei ao Senhor pois pelo menos meu colchão havia ficado! Puder durmir tranqüilo e descançar em Deus pois tudo coopera para o bem daqueles que amam ao Senhor, e eu sou um desses! Aeeeeee!
E com muita alegria testifico que um dia depois o problema foi resolvido! Houve uma troca de malas, a minha estava no meio, RS!
Então, finalizei essa experiência ansiando para uma próxima oportunidade!
Agora, deixe-me ir, pois já são quase 3:30 e o sono bateu de cum força! RS! d
Depois compartilho mais do que tenho vivido nesses últimos dias!
Em Cristo, Dan Barros
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
De volta ao Encontro!
É hoje! Apartir das 17:00 hrs já estaremos a postos!
Nesse fim de semana acontecerá mais um encontro de homens, uma espécie de retiro espiritual que acontece trimestralmente nas igrejas Batistas aqui de Redenção!
Só que dessa vez fui convidado a trabalhar! Em que? No que for preciso mas principalmente na área da intecessão! Honra, não?
E por dizer sim a isso, nós intecessores, já estamos sentindo fortemente as retaliações do inimigo!
Ontem, passamos a madrugada em oração na casa de um mais novo amigo e também intercessor, Lucas! Foi tremendo o derramar ali!
E sobre as afrontas de Satanás, a palavra nos garante que “Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” (Romanos 8:37).
Por isso estamos alegres! Mesmo nos sentindo um certo desconforto físico e espiritual!
As guerras tem sido intensas! Mas eu sei quem luta por mim!
Entendemos que o inimigo já foi derrotado há 2009 anos atrás quando Jesus, o Filho de Deus se manifestou na cruz do calvário em nosso favor! E sendo assim, não há nele legalidade alguma contra nossas vidas! Aleuuuuia!
Então, já vou saindo... tenho malas pra arrumar!
Conto tudo que experimentei lá depois!
Em Cristo, Dan Barros.
Nesse fim de semana acontecerá mais um encontro de homens, uma espécie de retiro espiritual que acontece trimestralmente nas igrejas Batistas aqui de Redenção!
Só que dessa vez fui convidado a trabalhar! Em que? No que for preciso mas principalmente na área da intecessão! Honra, não?
E por dizer sim a isso, nós intecessores, já estamos sentindo fortemente as retaliações do inimigo!
Ontem, passamos a madrugada em oração na casa de um mais novo amigo e também intercessor, Lucas! Foi tremendo o derramar ali!
E sobre as afrontas de Satanás, a palavra nos garante que “Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” (Romanos 8:37).
Por isso estamos alegres! Mesmo nos sentindo um certo desconforto físico e espiritual!
As guerras tem sido intensas! Mas eu sei quem luta por mim!
Entendemos que o inimigo já foi derrotado há 2009 anos atrás quando Jesus, o Filho de Deus se manifestou na cruz do calvário em nosso favor! E sendo assim, não há nele legalidade alguma contra nossas vidas! Aleuuuuia!
Então, já vou saindo... tenho malas pra arrumar!
Conto tudo que experimentei lá depois!
Em Cristo, Dan Barros.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Sociedade do espetáculo
Hoje li isso em um blog, me edifiquei d+:
"Há algum tempo atrás, folheei um livro com o título “Sociedade do espetáculo”. O autor diz que vivemos num tempo em que somos bombardeados com a idéia de que o mais importante é sermos vistos, aparecermos, sermos reconhecidos e admirados pelos outros. Sem dúvida, todos nós, crentes ou não, estamos debaixo dessa propaganda e influência. A igreja não está fora do mundo!
Contudo, apesar de estarmos no mundo, não podemos nos deixar levar pelas suas correntezas. Pelo contrário, precisamos dia após dia nos despojar dessas vestes que a sociedade sem Deus quer colocar sobre nós. Não estamos imunes e nem distantes das influências da sociedade do espetáculo. O nosso coração já foi tocado por Deus, mas ainda não foi completamente transformado. Ainda existem em nós alguns resquícios de mundaneidade.
Algumas vezes, podemos fazer as coisas levados sutilmente pelo simples desejo de sermos vistos pelos outros: compramos uma roupa porque queremos impressionar alguém; entramos em uma nova escola porque é o lugar da “hora”; escrevemos livros porque queremos ser conhecidos; damos presentes para sermos apreciados. Manipulamos o mundo à nossa volta porque queremos chamar a atenção dos outros para nós mesmos.
Até mesmo os nossos exercícios espirituais podem estar sob a influência das correntes da sociedade do espetáculo: podemos orar para dizer que oramos; ir à igreja para dizer que fomos; evangelizar para dizer que evangelizamos; fazer todas as coisas para tentar impressionar os outros e chamar a atenção deles para nós.
Jesus sabia que no seu próprio tempo havia pessoas que estavam sobre a influência do desejo de serem vistas. Por isso ele disse: “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste (…) Quando, pois deres esmola, não toques trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas (…) Quando orardes, não sereis como os hipócritas (…) Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas” (Mateus 6.1,2,5,16).
Segundo Jesus, essas pessoas eram conhecidas na terra, mas não eram conhecidas nos céus; eram admiradas na terra, mas não eram admiradas nos céus; recebiam presentes na terra, mas não tinham qualquer galardão nos céus; tinham o dia-a-dia, mas não tinham a eternidade! Elas haviam ganhado o mundo inteiro, mas haviam perdido a própria alma.
O remédio que Jesus apresentou contra o vírus da sociedade do espetáculo foi o secreto. Quanto mais tempo investimos em nosso secreto com Deus, mais fortalecidos nos tornamos para vencer as influências do mundo sem Deus.
Isso significa que ao invés de buscarmos o espetáculo, devemos buscar o secreto; ao invés de ansiarmos por sermos conhecidos dos homens, investindo maior tempo nas aparições públicas, devemos ansiar por sermos conhecidos de Deus, investindo maior tempo no secreto; ao invés de investirmos mais tempo falando de Deus para as pessoas, devemos investir mais tempo falando das pessoas para Deus. Afinal, é Ele quem tem o poder para transformar os corações. E o seu agir não está associado ao nosso muito falar. Enquanto a quantidade das nossas palavras nunca pode mudar alguém, o poder de Deus sempre pode!
E esse poder, dado por Deus, está disponível a todas as pessoas, no secreto. Foi, quando estava no deserto da Judéia, no secreto, que João Batista recebeu a Palavra (Lc 3.1-2). Era no secreto que Jesus se renovava (Lc 5.15-16). Foi quando estavam no secreto, que os apóstolos foram cheios do Espírito Santo (At 2.1-2). Foi, durante o seu tempo nos desertos da Arábia, no secreto, que Paulo aprendeu o evangelho (Gl 1.15-17).
O secreto é o lugar do renovo, da capacitação, do fortalecimento, do enchimento do Espírito Santo, do recebimento do poder e da Palavra que, recebida no secreto, precisa ser proclamada em público para a sociedade do espetáculo."
(Gustavo Bessa)
"Há algum tempo atrás, folheei um livro com o título “Sociedade do espetáculo”. O autor diz que vivemos num tempo em que somos bombardeados com a idéia de que o mais importante é sermos vistos, aparecermos, sermos reconhecidos e admirados pelos outros. Sem dúvida, todos nós, crentes ou não, estamos debaixo dessa propaganda e influência. A igreja não está fora do mundo!
Contudo, apesar de estarmos no mundo, não podemos nos deixar levar pelas suas correntezas. Pelo contrário, precisamos dia após dia nos despojar dessas vestes que a sociedade sem Deus quer colocar sobre nós. Não estamos imunes e nem distantes das influências da sociedade do espetáculo. O nosso coração já foi tocado por Deus, mas ainda não foi completamente transformado. Ainda existem em nós alguns resquícios de mundaneidade.
Algumas vezes, podemos fazer as coisas levados sutilmente pelo simples desejo de sermos vistos pelos outros: compramos uma roupa porque queremos impressionar alguém; entramos em uma nova escola porque é o lugar da “hora”; escrevemos livros porque queremos ser conhecidos; damos presentes para sermos apreciados. Manipulamos o mundo à nossa volta porque queremos chamar a atenção dos outros para nós mesmos.
Até mesmo os nossos exercícios espirituais podem estar sob a influência das correntes da sociedade do espetáculo: podemos orar para dizer que oramos; ir à igreja para dizer que fomos; evangelizar para dizer que evangelizamos; fazer todas as coisas para tentar impressionar os outros e chamar a atenção deles para nós.
Jesus sabia que no seu próprio tempo havia pessoas que estavam sobre a influência do desejo de serem vistas. Por isso ele disse: “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste (…) Quando, pois deres esmola, não toques trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas (…) Quando orardes, não sereis como os hipócritas (…) Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas” (Mateus 6.1,2,5,16).
Segundo Jesus, essas pessoas eram conhecidas na terra, mas não eram conhecidas nos céus; eram admiradas na terra, mas não eram admiradas nos céus; recebiam presentes na terra, mas não tinham qualquer galardão nos céus; tinham o dia-a-dia, mas não tinham a eternidade! Elas haviam ganhado o mundo inteiro, mas haviam perdido a própria alma.
O remédio que Jesus apresentou contra o vírus da sociedade do espetáculo foi o secreto. Quanto mais tempo investimos em nosso secreto com Deus, mais fortalecidos nos tornamos para vencer as influências do mundo sem Deus.
Isso significa que ao invés de buscarmos o espetáculo, devemos buscar o secreto; ao invés de ansiarmos por sermos conhecidos dos homens, investindo maior tempo nas aparições públicas, devemos ansiar por sermos conhecidos de Deus, investindo maior tempo no secreto; ao invés de investirmos mais tempo falando de Deus para as pessoas, devemos investir mais tempo falando das pessoas para Deus. Afinal, é Ele quem tem o poder para transformar os corações. E o seu agir não está associado ao nosso muito falar. Enquanto a quantidade das nossas palavras nunca pode mudar alguém, o poder de Deus sempre pode!
E esse poder, dado por Deus, está disponível a todas as pessoas, no secreto. Foi, quando estava no deserto da Judéia, no secreto, que João Batista recebeu a Palavra (Lc 3.1-2). Era no secreto que Jesus se renovava (Lc 5.15-16). Foi quando estavam no secreto, que os apóstolos foram cheios do Espírito Santo (At 2.1-2). Foi, durante o seu tempo nos desertos da Arábia, no secreto, que Paulo aprendeu o evangelho (Gl 1.15-17).
O secreto é o lugar do renovo, da capacitação, do fortalecimento, do enchimento do Espírito Santo, do recebimento do poder e da Palavra que, recebida no secreto, precisa ser proclamada em público para a sociedade do espetáculo."
(Gustavo Bessa)
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Buscando a Presença!
Tenho saudades do calor da presenca de Deus que enchia o ambiente dos cultos há uns 10 anos atrás. Tenho saudades do tempo em que as pessoas não tinham sequer o interesse em saber quem estaria ministrando. Todos iam às reunioes buscando apenas uma coisa, a presenca de Deus. A fome e a sede pelo Senhor eram intensas. Tenho saudades de voltar dessas reuniões em silêncio, enquanto as lágrimas escorriam pelo rosto e o coração ardia de amor por Jesus. Sentíamos o impacto do temor do Senhor. Uma vez ministramos em um culto no Rio que durou 6 horas. O Espirito Santo agia com tanto poder, a presença de Deus era tão marcante, que as pessoas não queriam sair. Hoje os tempos são outros.
A fome por entretenimento e popularidade parece ter sufocado a fome por Deus em alguns corações. O Espírito Santo é mesmo sensível e gentil como uma pomba. Quando não permitimos que Ele fale e atue com liberdade no nosso meio, Ele gentilmente se cala. Ah que silêncio doloroso, quando nossos cultos são apenas cheios do barulho dos homens e vazios da presença e da voz de Deus! O próprio Senhor disse em Oseias 5:15 "Então voltarei ao meu lugar até que eles admitam sua culpa. Eles buscarão a minha face; em sua necessidade eles me buscarão ansiosamente". Creio porém, que em todas as ocasiões de sequidão espiritual, existem aqueles que não estão satisfeitos. Aqueles que não estão conformados com a situação de frieza ou de mornidão espiritual.
Davi foi um desses homens que decidiu colocar a presença de Deus no lugar que lhe era devido. Em I Cronicas 13:3 ele disse aos sacerdotes e a toda assembléia de Israel: "Vamos trazer de volta a arca de nosso Deus, pois não nos importamos com ela durante o reinado de Saul". Davi caminhou em direção a esse objetivo e o cumpriu, e ainda que tenho cometido erros nesse processo (levou a arca num carro de bois, o que causou a morte de Uza). Davi nao estava satisfeito com as vitorias e bençãos. Ele tinha fome por mais. Ele queria o Senhor.
Meditando a respeito da vida de Saul, podemos entender o que o levou a não se preocupar em trazer de volta a arca do Senhor, símbolo de Sua presença no meio do povo.
1-A Voz do Povo
Saul foi rei sob a vontade permissiva de Deus, e não pela Sua vontade suprema. O povo queria ter um rei sobre si “assim como as outras nações o tinham”, alegando que Samuel já estava velho e que não teria condições de continuar sendo juiz sobre Israel. Em I Samuel 8:7 o Senhor diz a Samuel:”Ouve a voz do povo em tudo quanto te disser, pois não tem rejeitado a ti; antes, a mim tem rejeitado, para eu não reinar sobre ele”. O Senhor queria ser o rei sobre Israel naqueles dias. Ele queria ser conhecido do seu povo, reafirmar sobre Israel o Seu caráter de santidade, depois de ter sido tão mal representado pelos antigos sacerdotes Eli e seus filhos Ofni e Fineias. O Senhor queria preparar o povo para o rei que ele já tinha escolhido: Davi. Ele seria um rei segundo o coração de Deus. Mas o povo se antecipou e quis ser “como as outras nações. Deus então, escolheu Saul. Ele era um jovem bonito, que se destacava dentro todos os do povo, mas que não era o centro da vontade dEle para Israel.
Algumas situações que tomam lugar na nossa vida, podem parecer muito boas e cômodas aos olhos humanos, mas não são o centro da vontade de Deus pra nós. Ele certamente permite que façamos nossas escolhas. Mas quantas delas expressam a vontade perfeita de Deus? A Bíblia diz que não sabemos orar como convém. Precisamos que o Espírito Santo interceda por nos com gemidos inexprimíveis. Jesus nos ensinou a orar para que o reino de Deus venha e a vontade dEle seja feita na Terra assim como ela e feita no céu. Para isso precisamos da ação sobrenatural do Espírito Santo. Precisamos de Sua revelação. Precisamos do fluir dos dons e do poder do Espírito de Deus para que sigamos nos centro da Sua vontade pra nós.
Tenhamos cuidado! A voz do povo pode não ser a voz de Deus. Algumas lideranças querem tanto agradar ao povo, satisfazer ao povo, seguir as tendências comerciais e mundanas para atrair as massas, que calam a voz do Espírito Santo e preferem usar as estratégias marqueteiras para terem suas igrejas e eventos cheios de gente. Mas nem tudo o que é popular e bem aceito pela maioria é o centro da vontade de Deus. No reino de Deus não vivemos uma democracia. Vivemos sob o senhorio de um Rei que precisa ser obedecido para que o reino venha a se expandir sobre o reino das trevas.
Deus está levantando agora mesmo, pessoas que anseiam pela expansão do reino de Deus. Pessoas que tem fome e sede de que a vontade de Deus seja feita na Terra assim como ela e feita nos céus. São pessoas que estão dispostas a não andarem conformadas com a maioria, mas a seguirem a vontade perfeita de Deus custe o que custar.
2- A Necessidade de Afirmação
Uma das falhas notórias no caráter de Saul era sua insegurança quanto ao conceito que as pessoas tinham dele. Saul parecia não crer que obedecer a Deus e crer nEle fosse o suficiente. Ele precisava desesperadamente da afirmação dos homens. Queria tanto ser alguém popularmente aceito, que acabou desobedecendo a Deus e perdendo sua dinastia. Sua insegurança o levou a ter um ciúme doentio de Davi, a ponto de tentar mata-lo por diversas vezes. O orgulho o levou a ruína.
No capitulo 13 de I Samuel, vemos a ocasião em que Saul oferece sacrifícios ao Senhor precipitadamente, sem esperar que Samuel chegasse. Saul sucumbiu a pressão de “perder a confiança do povo”. O texto diz a partir do verso 11: “Então, disse Samuel: Que fizeste? Disse Saul: Porquanto via que o povo se espalhava de mim, e tu não vinha nos dias aprazados (…) forcei-me e ofereci holocausto”.
Outra ocasião em que Saul desobedeceu as ordens de Deus foi quando ele tomou despojos dos amalequitas. Eles e tudo o que possuíam deveriam ser totalmente destruídos, pois eram inimigos do povo de Israel. Samuel repreende Saul em nome do Senhor e Saul diz no verso 30 do capitulo 15: “Pequei, honra-me, porem, agora diante dos anciãos do meu povo e diante de Israel; e volta comigo, para que adore o Senhor, teu Deus”. Saul estava muito preocupado com a opinião dos homens, e pouco interessado em ter comunhão verdadeira com Deus. Ele distorceu a ordem de Deus para agradar ao povo.
A necessidade de afirmação tem sido uma grande cilada nos nossos dias. Alguns homens e mulheres de Deus deixam de servir ao Senhor e começam a servir aos homens. O “mercado gospel” dita as ordens do que deve ser dito, pregado, cantado e vivido. O ponto principal na vida de alguns deixa de ser o centro da vontade de Deus, e passa apenas a vontade dos homens. Nos servimos a quem tememos. Se temermos ao Senhor serviremos ao Senhor. (Nivea Soares)
Em Cristo, Dan Barros
A fome por entretenimento e popularidade parece ter sufocado a fome por Deus em alguns corações. O Espírito Santo é mesmo sensível e gentil como uma pomba. Quando não permitimos que Ele fale e atue com liberdade no nosso meio, Ele gentilmente se cala. Ah que silêncio doloroso, quando nossos cultos são apenas cheios do barulho dos homens e vazios da presença e da voz de Deus! O próprio Senhor disse em Oseias 5:15 "Então voltarei ao meu lugar até que eles admitam sua culpa. Eles buscarão a minha face; em sua necessidade eles me buscarão ansiosamente". Creio porém, que em todas as ocasiões de sequidão espiritual, existem aqueles que não estão satisfeitos. Aqueles que não estão conformados com a situação de frieza ou de mornidão espiritual.
Davi foi um desses homens que decidiu colocar a presença de Deus no lugar que lhe era devido. Em I Cronicas 13:3 ele disse aos sacerdotes e a toda assembléia de Israel: "Vamos trazer de volta a arca de nosso Deus, pois não nos importamos com ela durante o reinado de Saul". Davi caminhou em direção a esse objetivo e o cumpriu, e ainda que tenho cometido erros nesse processo (levou a arca num carro de bois, o que causou a morte de Uza). Davi nao estava satisfeito com as vitorias e bençãos. Ele tinha fome por mais. Ele queria o Senhor.
Meditando a respeito da vida de Saul, podemos entender o que o levou a não se preocupar em trazer de volta a arca do Senhor, símbolo de Sua presença no meio do povo.
1-A Voz do Povo
Saul foi rei sob a vontade permissiva de Deus, e não pela Sua vontade suprema. O povo queria ter um rei sobre si “assim como as outras nações o tinham”, alegando que Samuel já estava velho e que não teria condições de continuar sendo juiz sobre Israel. Em I Samuel 8:7 o Senhor diz a Samuel:”Ouve a voz do povo em tudo quanto te disser, pois não tem rejeitado a ti; antes, a mim tem rejeitado, para eu não reinar sobre ele”. O Senhor queria ser o rei sobre Israel naqueles dias. Ele queria ser conhecido do seu povo, reafirmar sobre Israel o Seu caráter de santidade, depois de ter sido tão mal representado pelos antigos sacerdotes Eli e seus filhos Ofni e Fineias. O Senhor queria preparar o povo para o rei que ele já tinha escolhido: Davi. Ele seria um rei segundo o coração de Deus. Mas o povo se antecipou e quis ser “como as outras nações. Deus então, escolheu Saul. Ele era um jovem bonito, que se destacava dentro todos os do povo, mas que não era o centro da vontade dEle para Israel.
Algumas situações que tomam lugar na nossa vida, podem parecer muito boas e cômodas aos olhos humanos, mas não são o centro da vontade de Deus pra nós. Ele certamente permite que façamos nossas escolhas. Mas quantas delas expressam a vontade perfeita de Deus? A Bíblia diz que não sabemos orar como convém. Precisamos que o Espírito Santo interceda por nos com gemidos inexprimíveis. Jesus nos ensinou a orar para que o reino de Deus venha e a vontade dEle seja feita na Terra assim como ela e feita no céu. Para isso precisamos da ação sobrenatural do Espírito Santo. Precisamos de Sua revelação. Precisamos do fluir dos dons e do poder do Espírito de Deus para que sigamos nos centro da Sua vontade pra nós.
Tenhamos cuidado! A voz do povo pode não ser a voz de Deus. Algumas lideranças querem tanto agradar ao povo, satisfazer ao povo, seguir as tendências comerciais e mundanas para atrair as massas, que calam a voz do Espírito Santo e preferem usar as estratégias marqueteiras para terem suas igrejas e eventos cheios de gente. Mas nem tudo o que é popular e bem aceito pela maioria é o centro da vontade de Deus. No reino de Deus não vivemos uma democracia. Vivemos sob o senhorio de um Rei que precisa ser obedecido para que o reino venha a se expandir sobre o reino das trevas.
Deus está levantando agora mesmo, pessoas que anseiam pela expansão do reino de Deus. Pessoas que tem fome e sede de que a vontade de Deus seja feita na Terra assim como ela e feita nos céus. São pessoas que estão dispostas a não andarem conformadas com a maioria, mas a seguirem a vontade perfeita de Deus custe o que custar.
2- A Necessidade de Afirmação
Uma das falhas notórias no caráter de Saul era sua insegurança quanto ao conceito que as pessoas tinham dele. Saul parecia não crer que obedecer a Deus e crer nEle fosse o suficiente. Ele precisava desesperadamente da afirmação dos homens. Queria tanto ser alguém popularmente aceito, que acabou desobedecendo a Deus e perdendo sua dinastia. Sua insegurança o levou a ter um ciúme doentio de Davi, a ponto de tentar mata-lo por diversas vezes. O orgulho o levou a ruína.
No capitulo 13 de I Samuel, vemos a ocasião em que Saul oferece sacrifícios ao Senhor precipitadamente, sem esperar que Samuel chegasse. Saul sucumbiu a pressão de “perder a confiança do povo”. O texto diz a partir do verso 11: “Então, disse Samuel: Que fizeste? Disse Saul: Porquanto via que o povo se espalhava de mim, e tu não vinha nos dias aprazados (…) forcei-me e ofereci holocausto”.
Outra ocasião em que Saul desobedeceu as ordens de Deus foi quando ele tomou despojos dos amalequitas. Eles e tudo o que possuíam deveriam ser totalmente destruídos, pois eram inimigos do povo de Israel. Samuel repreende Saul em nome do Senhor e Saul diz no verso 30 do capitulo 15: “Pequei, honra-me, porem, agora diante dos anciãos do meu povo e diante de Israel; e volta comigo, para que adore o Senhor, teu Deus”. Saul estava muito preocupado com a opinião dos homens, e pouco interessado em ter comunhão verdadeira com Deus. Ele distorceu a ordem de Deus para agradar ao povo.
A necessidade de afirmação tem sido uma grande cilada nos nossos dias. Alguns homens e mulheres de Deus deixam de servir ao Senhor e começam a servir aos homens. O “mercado gospel” dita as ordens do que deve ser dito, pregado, cantado e vivido. O ponto principal na vida de alguns deixa de ser o centro da vontade de Deus, e passa apenas a vontade dos homens. Nos servimos a quem tememos. Se temermos ao Senhor serviremos ao Senhor. (Nivea Soares)
Em Cristo, Dan Barros
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